Data da viagem: de 08 JUN 13 a 25 JUN 13
Passagem de avião:Compramos nossa passagem numa promoção da TAM,
de Guarulhos para Cusco com conexão em Lima, e a volta de Lima pra Guarulhos.
Cidades:
1. Cusco: 4 noites (Hotel Ruinas) – dividido, uma
noite na chegada, depois fomos a Aguas Calientes, e na volta ficamos mais 3
noites em Cusco.
2. Águas Calientes: 2 noites (Pousada Sol de Oro)
3. Puno: 1 noite (Qelqatani Hotel)
4. Arequipa: 3 noites (La Hosteria)
5. Nazca: meio dia (dormimos no ônibus)
6. Ica: meio dia
7. Huacachina: 1 noite (Hosteria Suiza)
8. Paracas: 2 noites (Refugio del Pirata)
9. Lima: 3 noites (Wasi Apartment II Miraflores)
Transportes dos trechos internos:
- Cusco – Machu Picchu: fomos da estação de trem de Cusco a Poroy num micro ônibus, visto que o trem que vai a Águas Calientes (cidade base para visitar Machu Picchu) não sai exatamente de Cusco, e sim de Poroy. Mas comprando o ticket do trem e apresentando na ferroviária de Cusco, vc é embarcado no micro ônibus com destino a Poroy normalmente (deve-se chegar mais cedo na estação de Cusco – vc pode se informar disso quando estiver lá já, antes do dia da viagem a Machu Picchu). A volta de Águas Calientes também não compramos até Poroy, e sim até Ollantaytambo, porque queríamos passear nas ruínas dessa cidade. Então os trechos Cusco/Águas Calientes/Ollantaytambo fora feitos de trem Vistadome pela Perurail, compramos com antecedência pelo site www.perurail.com (deu um pouco de trabalho para comprar porque precisava de um cartão “Verified By Visa”, mas conseguimos pagar com o cartão de um dos meninos que ia junto e logo recebemos a confirmação da compra e tickets por email).
- Cusco – Puno: decidimos ir de trem carérrimo, compramos um dia antes do embarque numa loja da Perurail lá em Cusco mesmo. Esse trecho poderia ser feito de ônibus comum ou de ônibus turístico (10 a 12 horas de viagem, com várias paradas em outras cidades e parada para almoço não incluído na tarifa do ônibus). Mas preferimos o trem (U$ 250,00 por pessoa! Incluía apenas um pisco sour na entrada, almoço sem bebidas e um lanchinho meia-boca de tarde), 12h de viagem, por ser um trem chique e uma experiência única. Fez uma parada em La Raya (alto pacas, 4319m do nível do mar), mas o tempo todo de viagem teve desfile de moda, apresentação de dança, almoço, tem um vagão-bar (passei muito tempo lá tomando pisco-sour, aí quando chegamos a La Raya, eu já tava verde com a altitude e a cachaça nas zorêia), e um último vagão que é meio vagão-varanda, pra gente ir sentado vendo a paisagem passar. É realmente lindo, valeu cada centavo (naquela época o dólar tava melhorzinho, né?).
- Puno – Arequipa: ônibus, compramos lá na rodoviária de Puno mesmo. Toda hora tem ônibus, foram umas 6h de viagem. Ruim é você ficar na rodoviária com um monte de gente oferecendo viagens pra Arequipa, berrando o tempo todo "Aaaaarequipa, Arequipa, Arequipaaaaa!"... parece o carro da pamonha.
- Arequipa – Nazca: ônibus, compramos na rodoviária de Arequipa, ônibus leito noturno, com jantar, filme, banheiro no ônibus (noite inteira viajando, chegamos em Nazca umas 05h30 da manhãe já fomos direto pro aeroporto fazer o voo das linhas).
- Nazca – Ica: Van, contratamos lá no aeroporto mesmo, com a mulher da agência que nos vendeu o voo pelas linhas de Nazca. A van foi uma aventura, achamos que a gente ia morrer, motorista louco e despreocupado com a vida dele. Depois descobrimos que todo motorista de ônibus do Peru é mais ou menos assim... faça um seguro gordo antes de viajar pra lá.
- Ica – Huacachina: taxi, trajeto muito rápido, creio que uns 20 minutos.
- Huacachina – Paracas: taxi até Ica, de lá pegamos ônibus até Paracas (não lembro o tempo de viagem, mas acho que algo como 3 ou 4 horas).
- Paracas – Lima: ônibus (4 horas de viagem).
Trem de Cusco a Puno
Linha do trem passando por cima da feira em Juliaca
Interior do trem, vagão de passageiros
Interior do trem, vagão bar
Vagão varanda
MACHU PICCHU (Aguas Calientes)
Como eu falei antes, o ônibus sai de
Cusco a Poroy, e de lá sai o trem pra Águas Calientes, e demora quase 4h a
viagem. Tem almoço a bordo, dependendo do ticket que vc comprou. Chegamos em
Águas Calientes e nossa pousada havia dito que nos iria buscar na estação de
trem. Não foram, mas também nem precisou: Águas Calientes é um ovo com poucas ruas,
bem estreitinhas, vc anda 5 minutos e tá no seu hostel, pousada, hotel,
restaurante. Chegamos na pousada perto de meio-dia, e fomos procurar lugar pra
almoçar, já que só iríamos a Machu Picchu mesmo no dia seguinte cedo.
Aproveitamos pra fuçar tudo: de onde sairiam os ônibus circulares para Machu
Picchu, onde deveríamos trocar nosso voucher do ingresso pra entrada em MP que
compramos antecipadamente pela internet (e descobrimos que poderíamos ter
comprado lá tb), a partir de que horas começaríamos a sair, tudo. Como a cidade
é realmente muito pequenininha, faz-se tudo a pé, e bem rápido.
Descobrimos então que os ônibus
começam a sair de Águas Calientes para subir a montanha às 05h30 da manhã. E
que nossa pousada servia o café da manhã a partir das 04h30. Então acordamos
bem cedo no dia seguinte, tomamos nosso café e fomos para o ponto central de
onde sairiam os ônibus, e as filas já estavam gigantes de tanto turista. Mas
não se assuste! Tem muitos ônibus e lugar pra todo mundo. Pagamos na hora ali o
bilhete de ônibus. E 05h30 esses começaram a sair em direção à montanha.
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| A amiga maluca em Águas Calientes |
-> Comprando INGRESSO pra Machu Picchu
O ingresso pro parque nós compramos direto no site do governo do Peru, www.machupicchu.gob.pe . Compramos com antecedência com medo que esgotasse. Não propriamente o ingresso de Machu Picchu, mas o ingresso pra subir a Wayna Picchu, aquela montanha famosa do cartão postal, a mais alta, que tá atrás da cidadela. Sim, porque é algum tipo de moda subir uma das montanhas, ou a Wayna Picchu, ou a da frente da cidadela (de onde se tem uma vista mais “aérea” do cartão postal que estamos acostumados a ver). Essa montanha da parte da frente não tem nome, e é comumente chamada de “Machu Picchu” também. Qual a diferença delas? Até então eu não sabia. Fucei pouco e achei: a Machu Picchu vc não paga pra subir, não tem horário de chegada pra começar a subida, e é mais alta que a Wayna Picchu. A Wayna Picchu, por sua vez, super inocente, é 1000 mts mais baixa que a Machu, e vc paga pra subí-la (compra o ingresso junto com o ingresso de Machu Picchu parque). E tem dois horários para subir: às 07h da manhã ou às 10h, limitado a 200 visitantes por horário. Claro que eu sou esperta pra caramba e comprei logo os ingressos pra essa disgramada dessa montanha baixinha, lógico, a preguiça sempre falou mais alto... Quando chegamos em Aguas Calientes, fomos ao escritorio de Turismo com os ingressos na mão (impressos do site) só para verificar se estava tudo ok, esse escritório fica logo ao lado da estação de trem, facinho de achar. O problema desse site, que muita gente reclama, é que pra comprar tem que ter o cartão de crédito Verified By Visa, eu não sei direito como que isso funciona, mas sei que compramos todos os ingressos com o cartão do meu amigo e conseguimos comprar. Aí selecionamos a data, e escolhemos o Machu Picchu mais Wayna Picchu das 07:00, custou 152,00 soles pra cada pessoa (quase 150 reais). Quando vc entrar no site, no canto esquerdo, tem "lugar a visitar", escolha se quer só Machu Picchu, ou se quer com a montanha, e que grupo quer - grupo 1 (entrada das 07h00 às 08h00 ou grupo 2, das 10h00 as 11h00). O horário é referente à entrada no portão de acesso à montanha, já dentro da cidadela. Pelo mapinha depois vc descobre onde é, não é difícil de achar não, é bem fácil, mas tem que preencher um livro na entrada com seu nome, então forma uma fila na entrada da montanha. Se não conseguir comprar pelo site, não se desespere: lá em Cusco ou Aguas Calientes vc consegue comprar o ingresso por praticamente o mesmo preço que o site.
-> O troféu "PRAQUÊ"
Bom, o parque mesmo abre as 06:00.
Logo na entrada tem a mesinha com os carimbos pra estampar o passaporte!!!
Fizemos isso antes de ir embora.
Bom, como eu disse, compramos o ingresso pra subir a Wayna Picchu (ou Huayna Picchu) às 07:00, por isso chegamos cedo no parque. E vou tocar de novo no assunto, porque isso meio que estragou minha visita à cidadela de Machu Picchu mesmo... O legal de subir essa montanha? Pra quem gosta de trekking, pra fazer o caminho do tal sacerdote, por história, pra sentir a liberdade lá de cima da montanha. O que eu fui fazer subindo essa montanha? Ganhar o troféu "pra quê". "Praquê que eu fui inventar uma porcaria dessa."... Vou te falar, quase morri. Todo mundo leva de 40 minutos a uma hora pra subir e descer, eu levei TRÊS HORAS. A vista de lá de cima é diferente porque você vê a cidadela por trás, por um ângulo diferente do que estamos acostumados a ver. Aí depois, DEPOIS, de noite, morta na pousada, eu descubro que essa infeliz dessa montanha é 1000 metros mais baixa do que a montanha da frente, mas ela é MUITO MAIS íngreme e mais difícil que a Machu Picchu... Achei que subindo ela, mais baixa, eu era mais esperta que todo mundo zé-ruela que subia a outra mais alta só pra não pagar a taxa... Hehehehe... Mas enfim, com essa idéia ridícula de subir a montanha sem preparo físico nenhum, eu desci cansada e não tive ânimo pra caminhar pela cidadela depois. Acabei indo almoçar no restaurante que tem lá mesmo e depois fui pra fila pegar o ônibus pra descer de volta pra Aguas Calientes pra descansar. Se eu soubesse que iria me cansar assim, teria reservado o outro dia pra voltar pra lá e fazer a cidadela com mais calma, mas não fiz isso, então tenho que voltar a Machu Picchu. Ah, tb não sei se nesse caso o ingresso valeria pro dia seguinte, eu acho que não, acho que teria que comprar outro.
Bom, como eu disse, compramos o ingresso pra subir a Wayna Picchu (ou Huayna Picchu) às 07:00, por isso chegamos cedo no parque. E vou tocar de novo no assunto, porque isso meio que estragou minha visita à cidadela de Machu Picchu mesmo... O legal de subir essa montanha? Pra quem gosta de trekking, pra fazer o caminho do tal sacerdote, por história, pra sentir a liberdade lá de cima da montanha. O que eu fui fazer subindo essa montanha? Ganhar o troféu "pra quê". "Praquê que eu fui inventar uma porcaria dessa."... Vou te falar, quase morri. Todo mundo leva de 40 minutos a uma hora pra subir e descer, eu levei TRÊS HORAS. A vista de lá de cima é diferente porque você vê a cidadela por trás, por um ângulo diferente do que estamos acostumados a ver. Aí depois, DEPOIS, de noite, morta na pousada, eu descubro que essa infeliz dessa montanha é 1000 metros mais baixa do que a montanha da frente, mas ela é MUITO MAIS íngreme e mais difícil que a Machu Picchu... Achei que subindo ela, mais baixa, eu era mais esperta que todo mundo zé-ruela que subia a outra mais alta só pra não pagar a taxa... Hehehehe... Mas enfim, com essa idéia ridícula de subir a montanha sem preparo físico nenhum, eu desci cansada e não tive ânimo pra caminhar pela cidadela depois. Acabei indo almoçar no restaurante que tem lá mesmo e depois fui pra fila pegar o ônibus pra descer de volta pra Aguas Calientes pra descansar. Se eu soubesse que iria me cansar assim, teria reservado o outro dia pra voltar pra lá e fazer a cidadela com mais calma, mas não fiz isso, então tenho que voltar a Machu Picchu. Ah, tb não sei se nesse caso o ingresso valeria pro dia seguinte, eu acho que não, acho que teria que comprar outro.
Dormimos essa noite ainda em Aguas
Calientes, e no dia seguinte pegamos o trem cedo pra Ollantaytambo. PORÉM,
descemos lá e não visitamos nada, meu amigo tava com um piriri bravo (ceviche)
e decidimos pegar uma van de volta a Cusco o mais rápido possível. Então, como
a cidadezinha também é um ovo, bem do lado de onde descemos do trem, já tinha
um pessoal oferecendo a viagem de volta a Cusco pelo equivalente a 10 reais por
pessoa na van, e voltamos. Quase duas horas depois, chegamos a Cusco de volta.
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| Lhama fofa gostosa em Machu Picchu |
CUSCO (Uhuu, tamo no Peru, bora comer ceviche, minha gente!!)
Bom,
nossa primeira noite foi em Cusco. Depois, no dia seguinte, fomos a Aguas
Calientes, e no retorno ficamos mais 3 noites em Cusco curtindo a cidade, que
vale a pena.
No
primeiro dia, ao chegarmos no aeroporto de Cusco, pegamos um taxi até nosso
hotel, o Hotel Ruínas, que fica bem localizado, próximo à Plaza de Armas. Eu
aprendi que praticamente todas as cidades legais da América Latina tem uma
Plaza de Armas, que é uma praça mesmo, daquelas de coreto, no centro da cidade,
rodeada de restaurantes, lojas, rodoviária (as vezes), hostels e agências de
turismo. Então sempre que posso, procuro um hotel próximo da Plaza de Armas. O
Ruínas fica a duas quadras. Ali perto
também tem várias laundry services, que eu utilizava pra lavar minhas roupas da
viagem. Isso é uma dica legal: leve uma mala com poucas roupas, e vá lavando
conforme for precisando. Não é caro e vc não precisa arrastar quilos de mala de
um lugar pro outro.
Cusco
é uma graça de cidade, reduto de mochileiros, carregada de lojinhas de
badulaques, cerveja boa (a cusqueña), e alta (embora eu não tenha passado mal
com a altitude). Tem pub, Starbucks pros mais metropolizados, Catedral, ônibus
de sight seeing, peruanas com roupas típicas vendendo fotos, lhamas... Cusco
vale pelo menos uns 3 dias pra curtir a atmosfera local.
À
noite gostávamos de passear pela Plaza de Armas e escolher nosso restaurante e
lojas.
COMIDA
em Cusco... Para comer em Cusco, abusei muito do ceviche. Porém, depois de uns
dias, quando já estava em Arequipa, tive uma intoxicação brava e precisei tomar
antibióticos. Paguei um médico particular pra fazer uns exames, e ele me disse
pra NUNCA comer ceviche em Cusco, apenas em cidades litorâneas ou cidades que
se afastem no máximo 100 km do mar, mais que isso, o peixe nunca é fresco, e o
risco de infecção alimentar é alto. Fora o ceviche, há muitas opções de comida
em Cusco. A comida peruana é muito boa. Não deixe de comer as papas rellenas
(batata assada com recheio de carne moída com cebola, divina). O cuyo
(porquinho da India), eu não tive coragem de comer, mas quem comeu disse que é
bem gostoso.
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| Noite na Plaza de Armas em Cusco |
PUNO (Aqui o ceviche ainda não tinha se rebelado...)
Bom,
Puno não foi uma cidade que eu tenha gostado... passamos apenas uma noite (da
chegada do trem vindo de Cusco), e na manhã seguinte fizemos o passeio às ilhas
Uros (magnífico), e fomos embora ao meio-dia. É bem diferente de Copacabana na
Bolívia, também cidade-base para quem quer conhecer o lago Titicaca.
Compramos
nosso passeio para Uros assim que chegamos no hotel, fechamos lá mesmo com uma
agencinha local e no dia seguinte saímos bem cedo pras ilhas. Uros é
fantástica, é um arquipélago formado de ilhas artificiais flutuantes, feitas de
totora. Fomos super bem recebidos pela comunidade local, aprendemos sobre as
ilhas, compramos artesanato deles para ajuda-los e tiramos muitas fotos. Você
ainda pode visitar as outras ilhas flutuantes (Taquile) e dormir por uma noite.
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| Ilha Flutuante de Uros |
AREQUIPA (E agora, com vocês... o piriri do ceviche!! - ainda bem que foi durante o sightseeing, com paradas em vários banheiros)
Arequipa
é uma das cidades mais bonitas que eu já visitei, e arriscaria dizer que é a
cidade mais bonita do Peru (que eu tenha visitado, claro). É super charmosa,
rodeada de vulcões, uma atmosfera incrível e muitos lugares bonitos pra
visitar. Pena que durante minha estadia na cidade eu tive uma tremenda de uma
intoxicação alimentar (como eu já avisei no subtítulo, causada pelo ceviche
malo de Cusco), e passei praticamente os três dias de cama (e no banheiro). E aproveito a deixa do piriri do ceviche pra elogiar mais uma vez o pessoal da pousada que eu estava hospedada em Arequipa, La Hospedaria. Todo mundo se sensibilizou com a minha sinfonia de pardais roucos no banheiro e chamaram até um médico particular pra mim (que eu tive que pagar, lógico, mas que custou menos de R$ 100,00 a consulta com o retorno no médico ao hotel no dia seguinte). Fiz exame de sangue, e o médico pediu, além dos remédios que meus amigos foram comprar pra mim, uma dieta super restrita nos primeiros dias. No dia seguinte, a camareira já foi ao meu quarto com uma bandeja com chá de coca, pãozinho, manteiga e geléia. E disse que eles haviam perguntado pro médico o que eu poderia comer naqueles dias, e estavam seguindo as orientações dele. Meu... que isso? Hotel todo parou pra me atender. Era chazinho o tempo todo, visita das camareiras, todo mundo perguntando como eu estava. Por isso recomendo pra TODO SANTO MUNDO que vá a Arequipa e que fique no La Hospedaria. Excelente.
Ahh, e ainda assim consegui um tempinho pra tirar umas fotos e provar a cerveja local, Arequipeña.
Ahh, e ainda assim consegui um tempinho pra tirar umas fotos e provar a cerveja local, Arequipeña.
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| Arequipa e um dos seus vulcões, o Misti |
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| Cerveja local de Arequipa... muito boa! |
NAZCA
Chegamos
umas 05h30 da manhã de ônibus vindo de Arequipa, e ao descermos no ponto
central, já havia vários tipos de transporte até o aeroporto. Havíamos comprado
nosso voo para conhecer as Linhas de Nazca em Arequipa, em uma agência no
centro da cidade, e no aeroporto já encontramos nosso guichê. Fomos pesados
(tem um peso limite para a aeronave que iria nos levar), e em seguida esperamos em torno de uma hora
até que fôssemos chamados para embarcar. Nesse meio tempo, tomei um comprimido
de Plasil, e aconselho veemente todos a fazerem a mesma coisa, mesmo quem goza
de um ótimo estômago resistente a vários loopings. Como eu me enjoo com
qualquer viradinha meio brusca de avião, achei prudente tomar e foi a melhor
coisa que fiz. O vôo é bem tranquilo, porém fica fazendo várias voltas em torno
das figuras, 360º pra cá e 360º pra lá, dali a pouco meu estômago tava na
cabeça e se não fosse o Plasil, não teria dado conta de terminar o voo limpa.
As
linhas são impressionantes. Só digo uma coisa: VÁ. Faça o voo e veja por si
mesmo. Não vou dar explicações pra não estragar as informações do guia que vai
junto no voo, mas... impressionante.
Fora
isso, a cidade não tem mais nada interessante para se visitar. Depois do voo,
já fomos embora.
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| Voo em Nazca... todo mundo verde saindo do avião C210 |
ICA
Ficamos
apenas meio dia na cidade, apenas para visitar o museu local. Depois já
seguimos pra Huacachina, o oásis.
HUACACHINA
Huacachina
é um oásis, cercado por dunas, e muito bacana. Escolhemos ali na hora uma
pousada para passarmos a noite, porque embora não se tenha muito o que fazer
por ali, precisávamos de um descanso depois de várias viagens seguidas de
ônibus, e o pequeno oásis é o local ideal pra se passar uma noite apreciando as
estrelas, a gastronomia local, cerveja peruana e silêncio.
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| Oasis à noite |
PARACAS
Paracas
é litoral, uma cidadezinha sem muitas atrações, mas tem alguns passeios de
barco para apreciar a fauna marinha que são bem legais de fazer. Fora isso, tem
o famoso Candelabro, aquela imagem gravada na areia, que vimos num desses
passeios de barco. A cidade ainda tem um parque nacional que pode ser visitado
para vista do pacífico (região linda), e vários fósseis de épocas antigas.
Paracas
é outro lugar pra se considerar quando quiser dar um break na viagem pelo país,
é agradável, tem alguns poucos hotéis grandes, onde vc pode aproveitar uma
tarde na piscina, bebendo pisco sour e relaxando...
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| Litoral de Paracas |
LIMA
A
capital é super agradável e bonita. Fiquei admirada com a limpeza da cidade e o
clima sempre seco e nublado. Tem muitas opções de restaurantes, inclusive no
centro. Ficamos no bairro de Miraflores, residencial e muito bonito. Além de
shopping, passeios à beira mar, tem ônibus de sight seeing, casas de salsa,
aulas de surfe e ceviche de todos os tipos de peixes e frutos do mar. A cidade
ainda tem um parque só de fontes de água, coloridas e super bem conservadas, e
durante a noite fica lotada de turistas e locais. Vale a pena o passeio.
Passamos 3 dias, e foram suficientes.
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| Parque das Aguas em Lima |
















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